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Mesada infantil: dar ou não dar? E como fazer do jeito certo.
“Devo dar mesada para meu filho?” Essa é uma dúvida comum entre pais e responsáveis — e não existe uma resposta que dependa apenas de dizer sim ou não. A questão mais importante é outra: O que a criança aprenderá com esse dinheiro? Quando utilizada com intenção, a mesada pode funcionar como uma pequena experiência da vida financeira adulta. A criança recebe um recurso limitado, precisa fazer escolhas, percebe que o dinheiro acaba e começa a compreender que desejos diferent
há 7 dias


Como preparar jovens para o primeiro emprego.
O primeiro emprego representa muito mais do que a primeira experiência profissional. Para muitos jovens, ele também significa o primeiro salário, novas responsabilidades, contato com pessoas de diferentes perfis, necessidade de administrar o próprio tempo e uma mudança importante na forma como começam a enxergar o futuro. Por isso, preparar jovens para o primeiro emprego não deveria se limitar a ensinar como elaborar um currículo ou se comportar em uma entrevista. A verdad
8 de out.


Crianças aprendem sobre dinheiro antes mesmo de ganhar dinheiro.
Uma criança pede um brinquedo. O adulto responde que está caro e que não dá para comprar naquele momento. Alguns minutos depois, ela vê esse mesmo adulto fazendo uma compra por impulso pelo celular. Pode parecer apenas mais uma situação cotidiana. Mas experiências como essa ajudam a construir referências sobre dinheiro muito antes do primeiro salário. As crianças observam. Observam como os adultos compram, como reagem quando o dinheiro acaba, como falam sobre contas, se pl
8 de out.


5 conversas sobre dinheiro que toda criança deveria ter.
Ensinar uma criança a lidar bem com o dinheiro é uma das maiores contribuições que pais, responsáveis e educadores podem oferecer para o seu futuro. No entanto, muitas pessoas acreditam que precisam dominar economia, investimentos ou planejamento financeiro para começar essa conversa. A boa notícia é que isso não é verdade. A educação financeira infantil não começa com planilhas, cálculos complexos ou conceitos técnicos. Ela começa nas pequenas situações do dia a dia: quando
1 de out.


Além do colaborador: por que a família também importa em uma estratégia de bem-estar.
Quando uma empresa contrata um benefício corporativo, normalmente existe um número que define seu alcance: a quantidade de colaboradores elegíveis. 500 pessoas, 2 mil pessoas, 10 mil pessoas…Mas será que esse número representa todo o potencial de impacto de uma iniciativa? Talvez não. Porque por trás de cada matrícula existe uma pessoa. E por trás de muitas dessas pessoas existem famílias, filhos, companheiros, pais, sonhos compartilhados, responsabilidades e decisões tomada
1 de out.


Do benefício ao impacto: como empresas podem transformar bem-estar em valor social.
Durante muito tempo, benefícios corporativos foram avaliados principalmente por duas perguntas: Quanto custa? e Quantas pessoas utilizam? As duas continuam importantes, mas uma terceira pergunta começa a ganhar espaço nas organizações: o que esse investimento ajuda a transformar? A pergunta muda completamente a conversa, porque oferecer acesso não é necessariamente a mesma coisa que gerar impacto. Uma pessoa pode receber um benefício e nunca utilizá-lo. Pode utilizar e não
24 de set.


NR-1, riscos psicossociais e bem-estar: o que RH, liderança e financeiro precisam entender.
Saúde mental deixou de ser uma conversa restrita aos programas de qualidade de vida. Ela também entrou definitivamente na agenda de gestão de riscos das organizações. Desde 26 de maio de 2026, está vigente a nova redação do capítulo 1.5 da NR-1, que passou a incluir expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A mudança chama atenção para algo que empresas não podem mais tratar apenas de forma rea
17 de set.


Bem-estar 360°: por que cuidar do colaborador por inteiro é uma estratégia de negócio.
Nunca tivemos tantas possibilidades para cuidar das pessoas dentro das organizações: plano de saúde, academia, apoio psicológico, treinamentos, programas de desenvolvimento e benefícios financeiros. Mas existe uma pergunta que talvez seja ainda mais importante do que saber quantos benefícios uma empresa oferece: eles estão conseguindo alcançar as necessidades reais das pessoas? Porque o colaborador não chega à empresa dividido em partes. A pessoa que trabalha é a mesma que
10 de set.


Como formar campeões dentro e fora dos campos?
Ganhar campeonatos é o sonho de todo atleta. Levantar uma taça, conquistar uma medalha ou vestir a camisa de um grande clube representa anos de dedicação, disciplina e superação. Mas existe uma conquista ainda maior: tornar-se um campeão também fora das quatro linhas. O esporte tem o poder de transformar vidas, abrir portas e inspirar gerações. No entanto, quando a formação do atleta é focada apenas na performance esportiva, perde-se uma oportunidade valiosa de desenvolver h
3 de set.


Planejamento financeiro: a ponte entre os sonhos e a realidade.
Se alguém perguntasse hoje qual é o seu maior sonho, qual seria a resposta? Talvez viajar mais. Comprar uma casa. Abrir o próprio negócio. Estudar no exterior. Garantir uma boa educação para os filhos. Aposentar-se com tranquilidade. Passar mais tempo com a família. Repare em um detalhe curioso. Quase ninguém responde: "Meu sonho é ter dinheiro." Porque o dinheiro, na verdade, raramente é o objetivo. Ele é o meio que permite construir aquilo que realmente importa. É justa
3 de set.


Dinheiro, confiança e diálogo: como construir relações mais saudáveis.
Dinheiro faz parte da nossa rotina. Está presente quando fazemos compras, planejamos uma viagem, decidimos ter filhos, compramos uma casa ou pensamos na aposentadoria. Apesar disso, poucas pessoas aprendem a conversar sobre ele de forma aberta e saudável. O resultado é que um assunto tão presente acaba se tornando um dos maiores tabus dentro dos relacionamentos. Muitas vezes, evitamos falar sobre dinheiro para não gerar desconforto, mas o silêncio costuma custar muito mais
20 de ago.


O papel do terceiro setor no desenvolvimento do país.
Quando pensamos no desenvolvimento de um país, é comum associarmos essa responsabilidade ao governo ou à iniciativa privada. No entanto, existe um terceiro protagonista que desempenha um papel cada vez mais estratégico na construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e sustentável: o terceiro setor. Formado por organizações da sociedade civil, institutos, fundações e associações sem fins lucrativos, o terceiro setor atua onde muitas vezes o poder público não consegue che
20 de ago.


Como o bem-estar financeiro impulsiona o crescimento profissional.
Você já recusou uma oportunidade porque não podia correr riscos? Talvez um novo emprego, uma mudança de cidade, um curso importante, ou até mesmo o sonho de empreender. Muitas vezes acreditamos que essas decisões são motivadas apenas pela carreira, mas existe um fator silencioso que influencia praticamente todas elas: a saúde financeira. Quando nossas finanças estão desorganizadas, o medo costuma falar mais alto do que nossos objetivos. Por outro lado, quando existe planej
13 de ago.


O futuro do desenvolvimento profissional nas empresas: por que investir nas pessoas gera melhores resultados.
Por muitos anos, desenvolver a carreira significava subir um degrau na hierarquia, conquistar um cargo melhor ou receber um aumento de salário. Hoje, esse conceito evoluiu. As pessoas continuam valorizando crescimento profissional, mas também buscam aprendizado contínuo, propósito, autonomia e oportunidades para construir uma trajetória que faça sentido para suas vidas. Ao mesmo tempo, as empresas enfrentam um desafio cada vez maior: atrair, engajar e reter talentos em um
6 de ago.


Mindfulness, saúde emocional e decisões financeiras: por que esse cuidado faz diferença.
Você já tomou uma decisão financeira da qual se arrependeu poucos dias depois? Comprou algo por impulso para aliviar o estresse. Adiou uma conversa importante sobre dívidas. Deixou de organizar as contas porque só de pensar nisso sentia ansiedade. Essas situações são mais comuns do que parecem. E, na maioria das vezes, elas não acontecem por falta de conhecimento financeiro. Acontecem porque nossas emoções influenciam diretamente a forma como pensamos, decidimos e agimos.
23 de jul.


O que a atenção plena tem a ver com o bolso do seu filho?
Quando pensamos em educação financeira infantil, normalmente imaginamos cofrinhos, mesadas, contas simples de matemática ou a importância de poupar. Embora esses elementos sejam fundamentais, existe uma habilidade que costuma passar despercebida e que pode determinar a forma como uma criança lidará com o dinheiro durante toda a vida: a atenção plena no momento de decidir. Compra por impulso não é um problema exclusivo dos adultos. Ela começa muito antes da primeira fatura
16 de jul.


Bem-estar financeiro: por que ele vai muito além da educação financeira.
O que realmente significa ter bem-estar financeiro? Quando falamos em finanças, é comum pensar em orçamento, investimentos, controle de gastos ou aumento de renda. Esses assuntos são importantes, mas representam apenas uma parte da história. Nos últimos anos, um novo conceito ganhou força entre especialistas, empresas e profissionais de gestão de pessoas: o bem-estar financeiro. Mais do que ensinar alguém a economizar ou investir melhor, esse conceito busca promover uma re
16 de jul.


Parcerias que transformam: como prefeituras, empresas e o Instituto PlanejaDin trabalham juntos.
Nenhuma organização social transforma uma comunidade sozinha. Isso não é fraqueza — é reconhecimento de que os desafios complexos exigem soluções construídas em rede. O Instituto PlanejaDin atua em parceria com prefeituras, federações esportivas e empresas privadas para levar educação financeira onde ela precisa chegar. Mas como essa colaboração funciona na prática? O que cada parte contribui — e o que cada parte ganha? O modelo de parceria: quem faz o quê. Parcerias de imp
9 de jul.


Instituto PlanejaDin e a Agenda 2030: como a educação financeira se conecta com os ODS.
Em 2015, 193 países assinaram um compromisso global: os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que compõem a Agenda 2030. O prazo está chegando — e o Brasil, como boa parte do mundo, ainda tem muito chão pela frente. Dois desses objetivos estão no coração do trabalho do Instituto PlanejaDin: o ODS 4 (Educação de Qualidade) e o ODS 10 (Redução das Desigualdades). E não é por marketing — é porque nossa missão conversa diretamente com o que esses objetivos pe
2 de jul.


NR-1 e saúde financeira: por que as empresas precisam ampliar o olhar sobre riscos psicossociais.
A saúde mental entrou definitivamente na pauta corporativa. Nos últimos anos, as organizações passaram a olhar com mais atenção para fatores que impactam a saúde emocional e psicológica dos colaboradores. Com as atualizações da NR-1 e o aumento das discussões sobre riscos psicossociais, o tema ganhou ainda mais relevância. Mas existe um fator frequentemente negligenciado: a saúde financeira. O dinheiro é uma das maiores fontes de estresse da vida adulta. Preocupações relac
25 de jun.
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