top of page


Presenteísmo no trabalho: quando o colaborador está presente, mas não consegue produzir.
Ele chegou no horário, abriu o computador, participou das reuniões, respondeu mensagens, cumpriu o expediente… No sistema, aquele foi um dia normal de trabalho. Mas será que foi? Talvez aquela pessoa tenha passado boa parte do dia tentando se concentrar. Talvez tenha precisado refazer tarefas simples. Talvez tenha levado muito mais tempo para tomar decisões que normalmente seriam rápidas. Talvez estivesse fisicamente presente, mas com sua capacidade de trabalhar signific
há 3 dias


Mesada infantil: dar ou não dar? E como fazer do jeito certo.
“Devo dar mesada para meu filho?” Essa é uma dúvida comum entre pais e responsáveis — e não existe uma resposta que dependa apenas de dizer sim ou não. A questão mais importante é outra: O que a criança aprenderá com esse dinheiro? Quando utilizada com intenção, a mesada pode funcionar como uma pequena experiência da vida financeira adulta. A criança recebe um recurso limitado, precisa fazer escolhas, percebe que o dinheiro acaba e começa a compreender que desejos diferent
15 de out.


A parcela cabe no salário, mas a dívida cabe na vida?
“São apenas R$ 300 por mês.” Quando olhamos para uma parcela isoladamente, determinado empréstimo pode parecer perfeitamente administrável. Mas existe uma diferença importante entre olhar para uma parcela hoje e entender o impacto de uma dívida durante todos os meses em que ela fará parte do orçamento. Essa discussão ganhou ainda mais relevância com a ampliação do crédito consignado para trabalhadores do setor privado. O Crédito do Trabalhador tornou o consignado mais ace
15 de out.


Além do colaborador: por que a família também importa em uma estratégia de bem-estar.
Quando uma empresa contrata um benefício corporativo, normalmente existe um número que define seu alcance: a quantidade de colaboradores elegíveis. 500 pessoas, 2 mil pessoas, 10 mil pessoas…Mas será que esse número representa todo o potencial de impacto de uma iniciativa? Talvez não. Porque por trás de cada matrícula existe uma pessoa. E por trás de muitas dessas pessoas existem famílias, filhos, companheiros, pais, sonhos compartilhados, responsabilidades e decisões tomada
1 de out.


Como o dinheiro afeta os relacionamentos — e por que precisamos falar sobre isso.
Dinheiro raramente é apenas dinheiro. Por trás de uma compra, de uma dívida, de uma decisão de economizar ou da vontade de ganhar mais, existem histórias, prioridades, medos, expectativas e diferentes formas de enxergar o futuro. É por isso que as finanças podem ocupar um espaço tão importante nos relacionamentos. Duas pessoas podem se amar, compartilhar projetos e construir uma vida juntas e, ainda assim, enxergar o dinheiro de maneiras completamente diferentes. Quando ess
24 de set.


Antes do primeiro app bancário: o que todo jovem precisa saber.
Abrir a primeira conta digital, instalar um aplicativo bancário ou utilizar uma carteira digital costuma representar um momento importante na vida de muitos adolescentes. É um passo em direção à autonomia financeira, permitindo acompanhar saldos, realizar pagamentos, fazer PIX, guardar dinheiro e aprender a administrar os próprios recursos. No entanto, essa conquista também traz novas responsabilidades. Embora os jovens tenham facilidade para utilizar tecnologia, isso não s
10 de set.


Bem-estar 360°: por que cuidar do colaborador por inteiro é uma estratégia de negócio.
Nunca tivemos tantas possibilidades para cuidar das pessoas dentro das organizações: plano de saúde, academia, apoio psicológico, treinamentos, programas de desenvolvimento e benefícios financeiros. Mas existe uma pergunta que talvez seja ainda mais importante do que saber quantos benefícios uma empresa oferece: eles estão conseguindo alcançar as necessidades reais das pessoas? Porque o colaborador não chega à empresa dividido em partes. A pessoa que trabalha é a mesma que
10 de set.


Planejamento financeiro: a ponte entre os sonhos e a realidade.
Se alguém perguntasse hoje qual é o seu maior sonho, qual seria a resposta? Talvez viajar mais. Comprar uma casa. Abrir o próprio negócio. Estudar no exterior. Garantir uma boa educação para os filhos. Aposentar-se com tranquilidade. Passar mais tempo com a família. Repare em um detalhe curioso. Quase ninguém responde: "Meu sonho é ter dinheiro." Porque o dinheiro, na verdade, raramente é o objetivo. Ele é o meio que permite construir aquilo que realmente importa. É justa
3 de set.


Como identificar a violência financeira e proteger sua autonomia.
Quando pensamos em violência, normalmente imaginamos agressões físicas ou verbais. No entanto, existe uma forma de abuso que muitas vezes acontece de maneira silenciosa e passa despercebida até mesmo pela vítima: a violência financeira. Ela pode ocorrer em relacionamentos amorosos, no ambiente familiar e, em alguns casos, até entre pessoas responsáveis pelo cuidado de idosos ou pessoas em situação de vulnerabilidade. Seu principal objetivo é limitar a autonomia da vítima p
27 de ago.


Quando o corpo pede ajuda: como o estresse financeiro afeta sua saúde e produtividade.
Você sente dificuldade para dormir, acorda cansado, tem dificuldade para se concentrar, percebe que está mais irritado do que o normal… À primeira vista, esses sinais podem parecer consequência apenas da rotina corrida. Mas, muitas vezes, existe um fator silencioso por trás desse desgaste: o estresse financeiro. As preocupações constantes com contas, dívidas, renda ou insegurança em relação ao futuro não permanecem apenas na mente. Elas afetam o corpo, o comportamento, os r
27 de ago.


Dinheiro, confiança e diálogo: como construir relações mais saudáveis.
Dinheiro faz parte da nossa rotina. Está presente quando fazemos compras, planejamos uma viagem, decidimos ter filhos, compramos uma casa ou pensamos na aposentadoria. Apesar disso, poucas pessoas aprendem a conversar sobre ele de forma aberta e saudável. O resultado é que um assunto tão presente acaba se tornando um dos maiores tabus dentro dos relacionamentos. Muitas vezes, evitamos falar sobre dinheiro para não gerar desconforto, mas o silêncio costuma custar muito mais
20 de ago.


Como o bem-estar financeiro impulsiona o crescimento profissional.
Você já recusou uma oportunidade porque não podia correr riscos? Talvez um novo emprego, uma mudança de cidade, um curso importante, ou até mesmo o sonho de empreender. Muitas vezes acreditamos que essas decisões são motivadas apenas pela carreira, mas existe um fator silencioso que influencia praticamente todas elas: a saúde financeira. Quando nossas finanças estão desorganizadas, o medo costuma falar mais alto do que nossos objetivos. Por outro lado, quando existe planej
13 de ago.


O futuro do desenvolvimento profissional nas empresas: por que investir nas pessoas gera melhores resultados.
Por muitos anos, desenvolver a carreira significava subir um degrau na hierarquia, conquistar um cargo melhor ou receber um aumento de salário. Hoje, esse conceito evoluiu. As pessoas continuam valorizando crescimento profissional, mas também buscam aprendizado contínuo, propósito, autonomia e oportunidades para construir uma trajetória que faça sentido para suas vidas. Ao mesmo tempo, as empresas enfrentam um desafio cada vez maior: atrair, engajar e reter talentos em um
6 de ago.


O poder do atendimento humano: por que orientação especializada transforma vidas e fortalece empresas.
Vivemos na era da informação. Nunca foi tão fácil encontrar respostas para praticamente qualquer dúvida. Em poucos segundos, um vídeo, um artigo ou uma inteligência artificial podem explicar conceitos, apresentar caminhos e esclarecer diversas questões. Mas existe uma diferença importante entre ter acesso à informação e receber orientação personalizada. Quando enfrentamos um problema que afeta nossa vida, nossas finanças ou nossa família, dificilmente uma resposta genérica
30 de jul.


Bem-estar financeiro: por que ele vai muito além da educação financeira.
O que realmente significa ter bem-estar financeiro? Quando falamos em finanças, é comum pensar em orçamento, investimentos, controle de gastos ou aumento de renda. Esses assuntos são importantes, mas representam apenas uma parte da história. Nos últimos anos, um novo conceito ganhou força entre especialistas, empresas e profissionais de gestão de pessoas: o bem-estar financeiro. Mais do que ensinar alguém a economizar ou investir melhor, esse conceito busca promover uma re
16 de jul.


Meu salário chegou: o que fazer nos primeiros 10 minutos?
Notificação no celular: salário disponível. O que passa pela sua cabeça nesse momento? Para muita gente, a resposta honesta é: pagar o que está atrasado, ver o que sobra, e aí tentar não gastar tudo antes do fim do mês. O ciclo se repete todo mês — e a sensação de que o dinheiro "some" nunca passa. O problema não é a falta de dinheiro. É a falta de um plano para os primeiros minutos depois que ele chega. E esse detalhe muda tudo. Por que os primeiros minutos importam tanto.
7 de mai.


O custo invisível do comportamento financeiro nas empresas.
Nem todos os custos de uma empresa aparecem no financeiro. Alguns estão escondidos no comportamento das pessoas. O que é o custo invisível. São impactos que não aparecem diretamente nos números, mas afetam o resultado: baixa produtividade falta de foco erros operacionais desgaste emocional Como o comportamento financeiro contribui para isso. Colaboradores com dificuldades financeiras: carregam preocupações constantes têm menor capacidade de concentração apresentam maior
5 de mai.


Por que a educação financeira tradicional não funciona nas empresas.
Nos últimos anos, muitas empresas passaram a investir em educação financeira. Mas os resultados, na maioria dos casos, ainda são limitados. Por quê? O erro do modelo tradicional. A maior parte das iniciativas foca em: conteúdos palestras materiais educativos Mas ignora o principal: o comportamento. Saber não é suficiente. Existe um gap entre conhecimento e ação. As pessoas sabem o que fazer, mas não conseguem aplicar no dia a dia. Falta de continuidade e prática. Sem
30 de abr.


Como falar de dinheiro com seus filhos (por faixa etária).
A educação financeira começa em casa . Antes de qualquer escola, aplicativo ou consultoria, é na convivência familiar que as crianças aprendem, ou não aprendem, a se relacionar com o dinheiro. Mas como ter essa conversa sem parecer sermão? Como abordar o tema de forma adequada para cada idade? E quando começar? A gente responde tudo isso aqui, com dicas práticas e linguagem do dia a dia. Por que essa conversa é tão difícil. Em muitas famílias brasileiras, dinheiro ainda é
23 de abr.


Como o comportamento financeiro impacta a produtividade nas empresas.
Produtividade é um dos principais indicadores de desempenho dentro das empresas. Mas existe uma variável pouco discutida — e extremamente relevante: a saúde financeira dos colaboradores. O impacto do estresse financeiro no dia a dia. Problemas financeiros geram: ansiedade preocupação constante dificuldade de concentração E isso afeta diretamente a capacidade de execução no trabalho. A relação entre finanças pessoais e performance profissional. Um colaborador com dificulda
23 de abr.
bottom of page