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Parcerias que transformam: como prefeituras, empresas e o Instituto PlanejaDin trabalham juntos.
Nenhuma organização social transforma uma comunidade sozinha. Isso não é fraqueza — é reconhecimento de que os desafios complexos exigem soluções construídas em rede. O Instituto PlanejaDin atua em parceria com prefeituras, federações esportivas e empresas privadas para levar educação financeira onde ela precisa chegar. Mas como essa colaboração funciona na prática? O que cada parte contribui — e o que cada parte ganha? O modelo de parceria: quem faz o quê. Parcerias de imp
há 1 dia


Estratégia completa de saúde financeira: como empresas podem unir produtividade, bem-estar e impacto social.
Durante muitos anos, as empresas concentraram seus esforços em melhorar processos, desenvolver lideranças e aumentar a eficiência operacional. Tudo isso continua sendo fundamental, mas uma nova realidade vem ganhando espaço dentro das organizações. Os resultados não dependem apenas dos processos, dependem das pessoas. E pessoas carregam para o ambiente de trabalho desafios que vão muito além das suas funções profissionais. Questões financeiras, emocionais, familiares e de
2 de jul.


Instituto PlanejaDin e a Agenda 2030: como a educação financeira se conecta com os ODS.
Em 2015, 193 países assinaram um compromisso global: os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que compõem a Agenda 2030. O prazo está chegando — e o Brasil, como boa parte do mundo, ainda tem muito chão pela frente. Dois desses objetivos estão no coração do trabalho do Instituto PlanejaDin: o ODS 4 (Educação de Qualidade) e o ODS 10 (Redução das Desigualdades). E não é por marketing — é porque nossa missão conversa diretamente com o que esses objetivos pe
2 de jul.


NR-1 e saúde financeira: por que as empresas precisam ampliar o olhar sobre riscos psicossociais.
A saúde mental entrou definitivamente na pauta corporativa. Nos últimos anos, as organizações passaram a olhar com mais atenção para fatores que impactam a saúde emocional e psicológica dos colaboradores. Com as atualizações da NR-1 e o aumento das discussões sobre riscos psicossociais, o tema ganhou ainda mais relevância. Mas existe um fator frequentemente negligenciado: a saúde financeira. O dinheiro é uma das maiores fontes de estresse da vida adulta. Preocupações relac
25 de jun.


O que é edtech de impacto social — e por que o Instituto PlanejaDin faz parte desse movimento.
Edtech virou palavra da moda. Todo aplicativo de aprendizado, toda plataforma de cursos online, todo jogo educativo se autointitula edtech. Mas nem toda edtech é de impacto social — e essa distinção importa muito. O que é edtech. Edtech é a contração de educational technology — tecnologia educacional. Em sentido amplo, é qualquer solução tecnológica que apoia ou transforma processos de ensino e aprendizagem. Isso inclui plataformas de cursos online, aplicativos de idiomas
25 de jun.


Apoio completo ao colaborador: por que as empresas estão ampliando suas estratégias de bem-estar.
Durante muito tempo, os programas corporativos focaram quase exclusivamente em benefícios tradicionais: plano de saúde, vale-alimentação, convênios. Embora continuem sendo importantes, eles já não respondem sozinhos aos desafios atuais. As pessoas vivem uma realidade mais complexa. Além das demandas profissionais, precisam lidar com questões financeiras, jurídicas, familiares e relacionadas à própria carreira. E quando esses desafios não encontram suporte adequado, os refl
18 de jun.


CDI, reserva de emergência e 50-30-20: o que significa cada um (de verdade).
Você já leu um artigo sobre finanças e ficou com mais dúvidas do que antes? Pois é. O mundo das finanças tem um talento especial para usar palavras complicadas onde caberia uma explicação simples. Neste post, a gente faz o oposto. Três termos que aparecem em todo lugar — CDI, reserva de emergência e orçamento 50-30-20 — explicados do zero, com linguagem do dia a dia e sem enrolação. CDI: o que é e por que você precisa saber. CDI significa Certificado de Depósito Interbancár
18 de jun.


O futuro da gestão financeira é comportamental: por que as empresas precisam evoluir.
O modelo tradicional já não responde aos desafios atuais. Durante décadas, a gestão financeira foi construída com foco em números: renda, patrimônio, capacidade de pagamento e histórico financeiro. Esses indicadores continuam sendo importantes, mas já não são suficientes para explicar por que pessoas com perfis semelhantes apresentam resultados tão diferentes. O mercado começa a perceber que existe uma variável capaz de influenciar diretamente decisões, riscos e resultados:
11 de jun.


Por dentro de um programa de capacitação com propósito: como a gente faz.
Todo programa de impacto começa com uma pergunta simples: para quem estamos construindo isso? Parece óbvio. Mas é exatamente essa pergunta que muitas iniciativas pulam — e é onde a maioria dos problemas começa. Neste post, abrimos os bastidores do processo que usamos no Instituto PlanejaDin para desenhar programas de capacitação que realmente chegam até quem precisam chegar. Etapa 1: Escuta antes de proposta. Antes de escrever qualquer conteúdo ou montar qualquer slide, a p
11 de jun.


Gamificação, trilhas e simulações: por que o jeito de ensinar muda tudo.
Você já sentou numa aula sobre finanças e saiu de lá sem entender nada — ou pior, entendendo a teoria mas sem ter a menor ideia de como aplicar na sua vida? Não é culpa sua. É culpa do método. E método importa tanto quanto conteúdo — especialmente quando o assunto é educação financeira. O problema da aula tradicional de finanças. A maioria dos cursos e workshops de educação financeira ainda segue um formato padrão: slides, conceitos, exemplos genéricos, exercícios no papel.
4 de jun.


Como estruturar educação financeira nas empresas como um processo estratégico.
Dentro de uma empresa, tudo o que gera resultado consistente segue um padrão: é estruturado como processo. Vendas são processo.Marketing é processo.Operação é processo. Mas quando o assunto é educação financeira nas empresas, a lógica costuma ser diferente. Ainda é tratada como ação pontual — e é exatamente por isso que não gera resultado sustentável. O problema de tratar educação financeira como benefício. Muitas empresas posicionam a educação financeira como um benefício
4 de jun.


Captação de recursos no terceiro setor: o que mudou em 2026.
Captar recursos para projetos sociais nunca foi simples. Mas o cenário de 2026 traz uma combinação nova: mais exigência por parte dos financiadores, mais ferramentas disponíveis e mais concorrência entre organizações. Quem não se atualizar fica para trás. Neste post, compartilho as tendências que estão redesenhando a captação no terceiro setor — e o que organizações como o Instituto PlanejaDin precisam considerar para se manter competitivas e sustentáveis. 1. Impacto mensurá
28 de mai.


Como mudar o comportamento financeiro nas empresas e gerar resultados consistentes.
Se o problema financeiro dentro das empresas é comportamental, a solução também precisa ser. Mas essa constatação levanta uma questão mais complexa do que parece: como mudar comportamento financeiro nas empresas de forma consistente? A resposta exige abandonar soluções simplistas e entender que comportamento não muda com informação — muda com estrutura. Por que a maioria das tentativas falha. Grande parte das iniciativas falha porque tenta resolver um problema estrutural c
28 de mai.


Projeto social x programa escalável: qual é a diferença real?
Muita gente usa as expressões "projeto social" e "programa de impacto" como sinônimos. Mas para quem trabalha com gestão de iniciativas sociais, a diferença entre os dois é enorme — e essa diferença define se uma ideia vai transformar 50 vidas ou 50 mil. O que é um projeto social. Um projeto social tem começo, meio e fim. Tem escopo definido, orçamento específico e entrega clara. É essencial, mas não foi desenhado para continuar por conta própria depois que o recurso ou o p
21 de mai.


Por que a educação financeira corporativa não gera resultado e como corrigir isso.
Nos últimos anos, a educação financeira corporativa ganhou espaço dentro das empresas. O problema é que, apesar do aumento de iniciativas, os resultados continuam limitados. Isso não acontece por falta de investimento. Acontece por um erro de abordagem. O equívoco de tratar informação como transformação. Grande parte das iniciativas parte de um pressuposto simples: se as pessoas aprenderem mais sobre finanças, tomarão decisões melhores. Na prática, isso não se sustenta. O
21 de mai.


A maioria dos jovens brasileiros não teve educação financeira. E os dados provam isso.
Imagine chegar aos 18 anos, entrar no mercado de trabalho, receber seu primeiro salário — e não ter a menor ideia do que fazer com ele. Sem saber o que é juros compostos. Sem entender por que o cartão de crédito cobra tanto. Sem nunca ter aprendido a montar um orçamento. Essa não é uma situação hipotética. É a realidade da maioria dos jovens brasileiros. O que os dados dizem. A Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), programa do governo federal, realizou diagnóst
14 de mai.


Por que o comportamento financeiro nas empresas explica a inadimplência — e o que fazer sobre isso.
A inadimplência costuma ser tratada como um problema financeiro.Mas, na prática, ela é um problema comportamental. Essa distinção não é apenas conceitual — ela muda completamente a forma como empresas deveriam atuar. Quando olhamos para o comportamento financeiro nas empresas, percebemos que a dívida não surge de forma isolada. Ela é o resultado de decisões repetidas, tomadas ao longo do tempo, que constroem um padrão previsível. E é justamente esse padrão que a maioria da
14 de mai.


Meu salário chegou: o que fazer nos primeiros 10 minutos?
Notificação no celular: salário disponível. O que passa pela sua cabeça nesse momento? Para muita gente, a resposta honesta é: pagar o que está atrasado, ver o que sobra, e aí tentar não gastar tudo antes do fim do mês. O ciclo se repete todo mês — e a sensação de que o dinheiro "some" nunca passa. O problema não é a falta de dinheiro. É a falta de um plano para os primeiros minutos depois que ele chega. E esse detalhe muda tudo. Por que os primeiros minutos importam tanto.
7 de mai.


O custo invisível do comportamento financeiro nas empresas.
Nem todos os custos de uma empresa aparecem no financeiro. Alguns estão escondidos no comportamento das pessoas. O que é o custo invisível. São impactos que não aparecem diretamente nos números, mas afetam o resultado: baixa produtividade falta de foco erros operacionais desgaste emocional Como o comportamento financeiro contribui para isso. Colaboradores com dificuldades financeiras: carregam preocupações constantes têm menor capacidade de concentração apresentam maior
5 de mai.


Por que a educação financeira tradicional não funciona nas empresas.
Nos últimos anos, muitas empresas passaram a investir em educação financeira. Mas os resultados, na maioria dos casos, ainda são limitados. Por quê? O erro do modelo tradicional. A maior parte das iniciativas foca em: conteúdos palestras materiais educativos Mas ignora o principal: o comportamento. Saber não é suficiente. Existe um gap entre conhecimento e ação. As pessoas sabem o que fazer, mas não conseguem aplicar no dia a dia. Falta de continuidade e prática. Sem
30 de abr.
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