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Presenteísmo no trabalho: quando o colaborador está presente, mas não consegue produzir.
Ele chegou no horário, abriu o computador, participou das reuniões, respondeu mensagens, cumpriu o expediente… No sistema, aquele foi um dia normal de trabalho. Mas será que foi? Talvez aquela pessoa tenha passado boa parte do dia tentando se concentrar. Talvez tenha precisado refazer tarefas simples. Talvez tenha levado muito mais tempo para tomar decisões que normalmente seriam rápidas. Talvez estivesse fisicamente presente, mas com sua capacidade de trabalhar signific
há 3 dias


Como negociar salário com inteligência: prepare-se para essa conversa.
Falar sobre salário ainda é desconfortável para muita gente. Mesmo profissionais experientes podem sentir insegurança na hora de responder a uma pretensão salarial, pedir um aumento ou negociar uma proposta de emprego. O receio de parecer exigente, ouvir um “não” ou prejudicar a relação com a empresa faz com que muitas pessoas evitem a conversa. Mas existe uma mudança de perspectiva importante: negociar salário não é pedir um favor. É discutir o valor de uma relação profis
há 3 dias


A parcela cabe no salário, mas a dívida cabe na vida?
“São apenas R$ 300 por mês.” Quando olhamos para uma parcela isoladamente, determinado empréstimo pode parecer perfeitamente administrável. Mas existe uma diferença importante entre olhar para uma parcela hoje e entender o impacto de uma dívida durante todos os meses em que ela fará parte do orçamento. Essa discussão ganhou ainda mais relevância com a ampliação do crédito consignado para trabalhadores do setor privado. O Crédito do Trabalhador tornou o consignado mais ace
15 de out.


Do benefício ao impacto: como empresas podem transformar bem-estar em valor social.
Durante muito tempo, benefícios corporativos foram avaliados principalmente por duas perguntas: Quanto custa? e Quantas pessoas utilizam? As duas continuam importantes, mas uma terceira pergunta começa a ganhar espaço nas organizações: o que esse investimento ajuda a transformar? A pergunta muda completamente a conversa, porque oferecer acesso não é necessariamente a mesma coisa que gerar impacto. Uma pessoa pode receber um benefício e nunca utilizá-lo. Pode utilizar e não
24 de set.


NR-1, riscos psicossociais e bem-estar: o que RH, liderança e financeiro precisam entender.
Saúde mental deixou de ser uma conversa restrita aos programas de qualidade de vida. Ela também entrou definitivamente na agenda de gestão de riscos das organizações. Desde 26 de maio de 2026, está vigente a nova redação do capítulo 1.5 da NR-1, que passou a incluir expressamente os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO). A mudança chama atenção para algo que empresas não podem mais tratar apenas de forma rea
17 de set.


O erro financeiro mais comum dos empreendedores.
Abrir um negócio exige coragem, capacidade de adaptação e disposição para assumir riscos. Mas existe um erro aparentemente simples que pode comprometer até empresas com boas vendas: misturar o dinheiro do negócio com as finanças pessoais. A conta da empresa paga o supermercado. Uma venda entra e imediatamente cobre uma despesa da família. O cartão pessoal é utilizado para comprar algo para o negócio. Quando sobra dinheiro no caixa, o empreendedor entende que aquele valor est
17 de set.


Antes do primeiro app bancário: o que todo jovem precisa saber.
Abrir a primeira conta digital, instalar um aplicativo bancário ou utilizar uma carteira digital costuma representar um momento importante na vida de muitos adolescentes. É um passo em direção à autonomia financeira, permitindo acompanhar saldos, realizar pagamentos, fazer PIX, guardar dinheiro e aprender a administrar os próprios recursos. No entanto, essa conquista também traz novas responsabilidades. Embora os jovens tenham facilidade para utilizar tecnologia, isso não s
10 de set.


Quando o corpo pede ajuda: como o estresse financeiro afeta sua saúde e produtividade.
Você sente dificuldade para dormir, acorda cansado, tem dificuldade para se concentrar, percebe que está mais irritado do que o normal… À primeira vista, esses sinais podem parecer consequência apenas da rotina corrida. Mas, muitas vezes, existe um fator silencioso por trás desse desgaste: o estresse financeiro. As preocupações constantes com contas, dívidas, renda ou insegurança em relação ao futuro não permanecem apenas na mente. Elas afetam o corpo, o comportamento, os r
27 de ago.


Dinheiro, confiança e diálogo: como construir relações mais saudáveis.
Dinheiro faz parte da nossa rotina. Está presente quando fazemos compras, planejamos uma viagem, decidimos ter filhos, compramos uma casa ou pensamos na aposentadoria. Apesar disso, poucas pessoas aprendem a conversar sobre ele de forma aberta e saudável. O resultado é que um assunto tão presente acaba se tornando um dos maiores tabus dentro dos relacionamentos. Muitas vezes, evitamos falar sobre dinheiro para não gerar desconforto, mas o silêncio costuma custar muito mais
20 de ago.


Os golpes financeiros que mais acontecem hoje.
O mundo de hoje está muito conectado. Todas as idades utilizam redes sociais, aplicativos bancários, carteiras digitais, jogos online e plataformas de compra com enorme facilidade. Essa familiaridade com a tecnologia, no entanto, não significa que estejam protegidos contra fraudes financeiras. Em muitos casos, acontece exatamente o contrário. Os golpistas sabem que jovens e adultos costumam confiar na velocidade das interações digitais, respondem rapidamente às mensagens e r
13 de ago.


NR-1 e saúde financeira: por que as empresas precisam ampliar o olhar sobre riscos psicossociais.
A saúde mental entrou definitivamente na pauta corporativa. Nos últimos anos, as organizações passaram a olhar com mais atenção para fatores que impactam a saúde emocional e psicológica dos colaboradores. Com as atualizações da NR-1 e o aumento das discussões sobre riscos psicossociais, o tema ganhou ainda mais relevância. Mas existe um fator frequentemente negligenciado: a saúde financeira. O dinheiro é uma das maiores fontes de estresse da vida adulta. Preocupações relac
25 de jun.


O futuro da gestão financeira é comportamental: por que as empresas precisam evoluir.
O modelo tradicional já não responde aos desafios atuais. Durante décadas, a gestão financeira foi construída com foco em números: renda, patrimônio, capacidade de pagamento e histórico financeiro. Esses indicadores continuam sendo importantes, mas já não são suficientes para explicar por que pessoas com perfis semelhantes apresentam resultados tão diferentes. O mercado começa a perceber que existe uma variável capaz de influenciar diretamente decisões, riscos e resultados:
11 de jun.


Captação de recursos no terceiro setor: o que mudou em 2026.
Captar recursos para projetos sociais nunca foi simples. Mas o cenário de 2026 traz uma combinação nova: mais exigência por parte dos financiadores, mais ferramentas disponíveis e mais concorrência entre organizações. Quem não se atualizar fica para trás. Neste post, compartilho as tendências que estão redesenhando a captação no terceiro setor — e o que organizações como o Instituto PlanejaDin precisam considerar para se manter competitivas e sustentáveis. 1. Impacto mensurá
28 de mai.


Por que a educação financeira corporativa não gera resultado e como corrigir isso.
Nos últimos anos, a educação financeira corporativa ganhou espaço dentro das empresas. O problema é que, apesar do aumento de iniciativas, os resultados continuam limitados. Isso não acontece por falta de investimento. Acontece por um erro de abordagem. O equívoco de tratar informação como transformação. Grande parte das iniciativas parte de um pressuposto simples: se as pessoas aprenderem mais sobre finanças, tomarão decisões melhores. Na prática, isso não se sustenta. O
21 de mai.


A maioria dos jovens brasileiros não teve educação financeira. E os dados provam isso.
Imagine chegar aos 18 anos, entrar no mercado de trabalho, receber seu primeiro salário — e não ter a menor ideia do que fazer com ele. Sem saber o que é juros compostos. Sem entender por que o cartão de crédito cobra tanto. Sem nunca ter aprendido a montar um orçamento. Essa não é uma situação hipotética. É a realidade da maioria dos jovens brasileiros. O que os dados dizem. A Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), programa do governo federal, realizou diagnóst
14 de mai.


Por que o comportamento financeiro nas empresas explica a inadimplência — e o que fazer sobre isso.
A inadimplência costuma ser tratada como um problema financeiro.Mas, na prática, ela é um problema comportamental. Essa distinção não é apenas conceitual — ela muda completamente a forma como empresas deveriam atuar. Quando olhamos para o comportamento financeiro nas empresas, percebemos que a dívida não surge de forma isolada. Ela é o resultado de decisões repetidas, tomadas ao longo do tempo, que constroem um padrão previsível. E é justamente esse padrão que a maioria da
14 de mai.


Empreendedorismo jovem: dinheiro, propósito e os erros que ninguém conta.
O Brasil tem uma das maiores taxas de empreendedorismo jovem do mundo. Segundo o SEBRAE, jovens entre 18 e 34 anos são responsáveis por uma fatia significativa dos novos negócios abertos a cada ano no país. É muita gente com coragem, ideia e vontade de fazer acontecer. Mas a coragem, sozinha, não paga boleto. E é aí que a história muda de tom: a falta de educação financeira é uma das principais causas de mortalidade precoce de negócios jovens , não a falta de mercado, não a
30 de abr.


Por que o problema financeiro das empresas não está no dinheiro.
Mesmo com mais acesso a crédito, mais informação e mais ferramentas financeiras, o nível de endividamento continua crescendo no Brasil. Isso levanta uma questão importante: será que o problema financeiro está realmente no dinheiro? A resposta pode surpreender — e impactar diretamente a forma como empresas lidam com seus colaboradores. O problema não é falta de dinheiro, é comportamento. Na prática, o maior desafio financeiro não está na renda, mas nas decisões. Pessoas nã
16 de abr.


Por que empresas inteligentes investem em educação financeira social.
Quando uma empresa decide apoiar um programa de educação financeira voltado para comunidades vulneráveis, ela não está fazendo caridade. Ela está fazendo um investimento estratégico com retorno mensurável , financeiro, social e reputacional. Neste post, vamos explorar por que o investimento em educação financeira com viés ESG tem crescido entre empresas que querem ir além do discurso de sustentabilidade. O que é ROI de impacto. ROI: retorno sobre investimento, é um conce
16 de abr.


Endividamento no Brasil: por que a educação financeira pode mudar tudo.
Se você sente que o dinheiro some antes do fim do mês, saiba que não está sozinho. O endividamento das famílias brasileiras atingiu patamares históricos nos últimos anos e, por trás desse número, existem histórias reais de pessoas que nunca tiveram acesso a uma educação financeira de qualidade. Neste post, a gente vai conversar sobre o que os dados dizem, por que isso acontece e, mais importante, o que pode ser feito para mudar esse cenário. O que os números mostram. Segu
30 de mar.
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